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sexta-feira, 7 de março de 2014
FELIZ DIA DAS MULHERES!
Eis que chego, linda e faceira
Querendo te conquistar
Quero amor, quero atenção
E no teu coração ficar!
A todas as mulheres, feliz dia a cada dia de suas vidas!
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sábado, 22 de fevereiro de 2014
CULTURA E ARTESANATO
Nossa cultura acriana ganhou um artesão apaixonado por nosso histórico
lendário. Misturando sua arte com nossos
animais, mitos e personagens amazônicos, o Sr. Enock Silva, formado em Arte
pela Faculdade do Pará, cria e recria
utilizando resíduos industriais e material reciclável.
| O Artista e sua obra |
O ponto cultural ainda em construção
é seu porto de emoções onde gasta toda sua energia montando manualmente os
seres fantásticos da cultura amazônica. Sua maior ambição é poder ampliar o espaço
na montagem de um atelier para trabalhar e dar aulas de reciclagem. Aos 63 anos,
seu Enock disse não ter conseguido emprego quando chegou ao Acre a 07 anos
atrás e começou a trabalhar artesanalmente para sobreviver. Casado e com três filhos
já construiu sua casa própria e é nela que recebe encomendas de maquetes, biojóias,
vasos torneados, artefatos, peças escultural em madeira, cimento e material
reciclado.
| A grande cobra |
O local recebe visitas frequentes
de escolas, estudantes de universidades, entidades, políticos e turistas interessados
em conhecer os produtos artesanais e os seres fantásticos da cultura da mata: Mapinguari, Curupira, Mãe D'água e as grandes cobras. Os interessados em conhecer o
espaço, o mesmo localiza-se na Vila Custódio Freire próximo a Rio Branco.
Bjokas no coração!
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quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014
DE ONDE VEM A MINHA DOR?
Dor não vista, não tocada, mas sentida
Que habita a morada do meu ser
Das teias da minha história tecida
E no meu íntimo lateja sem querer.
De onde vem a minha dor?
Dor vivida, velha conhecida
Gerada do infortúnio e do esquecer
Olhada do ângulo que foi só meu
Na solitária testemunha do meu eu.
De onde vem a minha dor?
Que provocou fendas em meu corpo
Ferimentos letais e tão mortais!
Vem de dentro, do íntimo, do âmago.
E a toda hora me chama, pede e grita:
Onde estás? Quem pode me ouvir?
Fazer-me lembrar, então: chorar!
E dessa prisão me libertar.
BJOKAS NO CORAÇÃO!
Que habita a morada do meu ser
Das teias da minha história tecida
E no meu íntimo lateja sem querer.
De onde vem a minha dor?
Dor vivida, velha conhecida
Gerada do infortúnio e do esquecer
Olhada do ângulo que foi só meu
Na solitária testemunha do meu eu.
De onde vem a minha dor?
Que provocou fendas em meu corpo
Ferimentos letais e tão mortais!
Vem de dentro, do íntimo, do âmago.
E a toda hora me chama, pede e grita:
Onde estás? Quem pode me ouvir?
Fazer-me lembrar, então: chorar!
E dessa prisão me libertar.
BJOKAS NO CORAÇÃO!
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