quinta-feira, 14 de março de 2019

A VIOLÊNCIA DENTRO DAS ESCOLAS BRASILEIRAS

Este texto abaixo, foi postado anos atrás, mas pelo visto está mais do que atual. Desta vez a tragédia de Suzano foi bem maior: 10 mortos.
Até quando?
Por policiamento nas escolas!
Por psicólogos nas escolas! Ou nas redes.
Por uma política de emprego para as famílias!
Por mais amor pelas crianças dentro das famílias!


Vejamos o texto antigo!


   É muito grave o que está acontecendo no nosso país. Mais uma grande tragédia aconteceu em uma de nossas escolas. É necessário uma reflexão e investigação mais profunda sobre as causas desse fato tão lamentável. Dessa vez uma criança está envolvida e morta. O que aconteceu entre essa criança e sua professora?! 

           Uma onda de pânico toma conta dos professores por onde conversamos..

          Não se falava em outra coisa hoje na minha escola. A violência dentro das escolas brasileiras. O que está acontecendo? Fatos como esse só víamos  certo tempo atrás,  em outros países. Hoje professores brasileiros temem por suas vidas dentro das escolas. Crianças ameaçam outras. Professores são agredidos ou ameaçados. Precisamos urgentemente rever nossos conceitos.

          Os sistemas educacionais (governos) precisam imediatamente rever a questão da segurança nas escolas. Talvez até colocar portas como as que tem nas agencias bancárias, com detector de metais para todos que nelas quiserem adentrar. Não se trata mais de um caso isolado. Todos os dias sabemos de algum fato novo. É um professor ameaçado aqui, outro atacado ali. Está se instalando uma situação insustentável. O comentário geral é: Daqui há alguns anos ninguém mais vai querer ser professor!

         É necessário voltar os orientadores educacionais nas escolas, que detectavam os problemas psicológicos  antes de  agravarem.  Pensar em um grupo de psicólogos, em número suficiente, nos sistemas de ensino,  para atender os casos mais graves de distúrbios, traumas emocionais e psicoses infantis e encaminha-los aos atendimentos públicos.  Aumentar o número de psicólogos e psiquiatras nas unidades de saúde para atender a comunidade e a demanda das escolas.  Sabemos que os postos de saúde e UPA estão com  muita procura  por esse tipo de  atendimento. Porém,  são poucos os  profissionais no Sistema  Público de Saúde. O que está acontecendo:  Falta  de profissionais?

         É necessário conter a ambição do capitalismo desenfreado que gera competição, consumismo e violência. Investir em políticas por mais empregos. Investir na Educação e no atendimento às famílias. Rever os horários dos programas de TV que escancaram a morte, a violência, o sexo (inclusive programas jornalísticos). É preciso selecionar os conteúdos que serão  vistos pelas crianças e adolescentes brasileiros.  Hoje,  eles estão muito expostos a todo tipo de conteúdo que ensina e outras vezes deseduca. Muitas famílias não tem condições psicológica, cultural ou financeira para acompanhar e orientar  o desenvolvimento das crianças e assim vai se formando um grande projeto de caos social para o um futuro bem próximo.

Vamos cuidar melhor das nossas crianças! Para evitar tragédias como esta.

terça-feira, 12 de fevereiro de 2019

ENCHENTE NO ACRE, DRAMA ANUAL!


Imagem da web - Cidade de Rio Branco (AC)


   Em 2012, registrou-se uma das maiores cheias do Rio Acre. Houve caso de cidade do estado quase que totalmente tomada pela água. Milhares de famílias desabrigadas de suas casas viveram durante tempo prolongado em abrigos providenciados pelo poder público. Outras recorreram a ajuda de parentes. A capital Rio Branco já está novamente em alerta para o drama da enchente. Os bairros mais baixos já estão sendo atingidos com as chuvas que tem sido torrenciais neste mês de janeiro e fevereiro.

   A expectativa se instalou. O nível da água está sendo acompanhado, e divulgado diariamente  pela imprensa local,  a medição de subida ou de decida. Neste final de semana o rio teve uma baixa, o que deixou a população ribeirinha e dos bairros baixos mais aliviada. O certo, todo início de ano algumas cidades acreanas convivem com a expectativa de uma nova enchente. Parentes se preparam para receber seus familiares. O poder público centraliza esforços para o caso de uma nova alagação. Ouve-se previsões de que a cheia será ainda maior que a última. O clima é de tensão!

   Outro agravante, é a empresa do oportunismo que também flui nessa hora.  Muitas famílias são retiradas para outras áreas mais seguras em um ano,  e no outro já venderam suas casas voltando para o mesmo lugar alagadiço, e ainda ficam solicitando providências. Políticos interesseiros,  futuros candidatos, jornalistas tendenciosos, e alguns outros interesses,  também tiram uma casquinha.  Estes fatos dificultam e polemizam ainda mais a situação.  É o caos!

   Enfim, espera-se ano a ano por uma reforma urbana que resolva de vez esta situação. Mas enquanto ela não chega,  convivemos com o destino que a natureza nos reserva, e com os esforços que cada um honestamente pode empreender.

                                                    ATÉ QUANDO?...

BJOKAS NO CORAÇÃO!

EDUCAÇÃO À DISTÂNCIA

      MANEIRA MODERNA  DE APRENDER

   Educação a distância é uma  forma de aprender  moderna onde a mediação é feita através de variadas  tecnologias. O Ambiente Virtual de aprendizagem se dá via internet. Ambos surgiram da necessidade urgente  de adaptação da escola as novas demandas educativas,  na intenção de acompanhar as transformações da sociedade. Nesta “nova” escola, professor e aprendiz estão separados  fisicamente e  temporalmente, ou seja, não estão fisicamente presentes em uma sala de aula.  

  Existem vários modelos de educação a distância que se diferenciam entre si: Educação on-line, Educação a Distância e E-Learning.  Cada um deles se realiza por diferentes meios. Sendo a educação a distância a mais abrangente e as outras duas citadas mais ligadas a internet.  Os ambientes virtuais de aprendizagem são transmitidos via satélite e os aprendizes acessam  as atividades educativas através de instrumentos modernos.  Diferentes das escolas presenciais, nessa nova forma de ensinar e aprender os alunos e mediadores  se comunicam e interagem entre si indiretamente e todo processo de aprender se dá através de  sites, e-mails, blogs,  ou ainda  televisão, rádio, telefone, fax e outros.
O aluno é sujeito de seu processo de aprender,  ele é livre para pesquisar, consultar, entrevistar, construindo assim seu próprio conhecimento e elegendo a comunidade da qual participará. Este ato demanda novas responsabilidades no ato de estudar, aprender e ensinar e, um novo comportamento de “convivência escolar”.

   Os  sistemas de Educação a Distância e Ambiente Virtual de Aprendizagem  devem ampliar o acesso às camadas sociais menos favorecidas pois uma grande parte da população brasileira  não tem oportunidade e condições de participar desse novo modelo de escola que requer tempo, dinheiro e novos conhecimentos próprios dos instrumentos de mediação. Esses,  ainda são sistemas elitizados de educação. A escola presencial precisa incorporar essa nova forma de ensinar e aprender, implantando programas para diminuir a distância entre o povo e estes novos sistemas de ensino.