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domingo, 19 de agosto de 2012

A TEORIA DO CARRAPICHO!

        Amigos,  estou republicando este artigo, porque ele nos ajuda a refletir e a melhorar nossa qualidade de vida. Eis o texto:

      Nos disse João Roberto ( Psicólogo):  " Vivemos hoje sob stress. Mas, o stress é uma situação de defesa!"  É um adicional de força, pois enquanto existir ameaça, existirá stress. É uma condição da vida,     da condição humana. É uma resposta do organismo para superação dos obstáculos do dia a dia.

        O que devemos nos perguntar é:  Fazemos pausa entre as situações de stress?

        Mas, o que é pausa?!  Pausa é uma sensação de bem estar pleno.

       Temos realmente pausa?! Se formos a uma festa, mas não nos sentirmos bem,  então não fizemos pausa.
               ATENÇÃO:  Não valeu como pausa!

         Precisamos nos conhecer, saber o que gostamos. Saber quais são as nossas pausas. Parar de conceder nossas pausas aos outros. Chefe,  família,  filhos,  marido,  amigos,  etc. Ter coragem de assumir nosso querer! Às vezes precisamos ficar a sós conosco. Para aprender a nos olhar! E não é egoismo! É fundamental que cuidemos de nós.

      A sociedade comete o equívoco em não considerar bom quem cuida de si, quem se ama! E valoriza quem se doa! Que se dá demais,  esquece de sí! Quem se doa demais, termina ressentido, pois um dia se percebe perdedor,  fica amargurado e começa a dar junto com a doação, também a sua amargura. Vai estragando a relação, minando pouco a pouco.  Aí o outro cansa de doação amarga e se vai.

         Um belo dia se rebela,  diz a você:  Você está muito chata!  (Ou chato! )  Cansei,  fui!

      Resta a dor, que é imensa! Porém, a dor é importante quando o vínculo se vai,  pois promove a compreensão de que o mais importante que temos a oferecer, é nós mesmos, só que resolvidos. Alegres, felizes!   Sem carrapichos!

        Mas, o que são mesmo os carrapichos?!  Disse ele: São as mágoas, os ressentimentos, as raivas, ciumes, as perdas que voce vai se apegando ou pegando dos carrapichados com quem vai convivendo, durante sua infância, juventude,  vida à fora! A vida tem Ipê Amarelo que é lindo! Mas também tem carrapichos que grudam e espinham!  Na estrada da vida tem muitos carrapichos! ...       Tem mãe carrapicho, marido, filho, chefe, professora e tia carrapichos!

         " Uma professora pode ser um grande Ipê Amarelo ou um grande carrapicho na vida de uma criança!" Disse ele.


         Mas,  tem tempo de pegar carrapichos e tempo de tirar carrapichos! O que não podemos é levar os carrapichos para o túmulo! Os carrapichos podem e devem ser tirados! Eles não são intrínsecos à sua alma! É bom demais tirá-los!...    É como nascer de novo! ...     Você deve parar para tirar os carrapichos da sua alma!

          Depois de retirá-los (os carrapichos),  pergunte para quem está ao seu lado:  Filho ou  marido. Como foi o seu dia?! Como você está? Não se iluda, vai assustar um pouco! Se ouvir: Mãe o que houve? você está doente? 

         Não desista!  Aposte nas relações, no diálogo verdadeiro, pois na vida não precisamos conversar somente para tomarmos decisão. Mas, também para saber como está o outro,  partilhar realmente a  vida, e parar quantas vezes for preciso para retirar os carrapichos! 

         Estas orientações  foram doadas aos professores de Rio Branco-Acre,  pelo Orientador do Programa Educação para a Paz, o Psicólogo João Roberto de Araújo, em palestra na Usina de Arte, promovida pela SEME. Com certeza não esquecerei jamais e repasso novamente  a você leitor e aos amigos, a  Teoria do Carrapicho!

          Aproveitei o conhecimento adquirido para tirar alguns carrapichos da minha vida!  E você quando vai retirar os seus? 

 Obrigada João! Valeu mesmo!
 Bjokas no coração!

                                        

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Divórcio, sem traumas!

         A separação muitas vezes quando mal resolvida pode deixar traumas nas crianças ou nos adolescentes. Porém,  isso não precisa necessariamente acontecer. A grande maioria dos casais quando separam transformam essa fase de suas vidas numa grande batalha. Esquecem que os filhos mesmo pequenos, são pessoas com sentimentos e que a guerra travada durante o processo de divórcio podem lhes custar muitos anos de terapia, ou muitos problemas futuros. Geralmente, os filhos ficam isolados assistindo a tudo,  sofrendo muito e sendo muitas vezes, alvo de disputa.

         Na escola tenho acompanhado muitas crianças que ao viver o drama da separação dos pais, apresentam mudanças de comportamento e dificuldades de aprendizagem, algumas chegam até mesmo a a ter dificuldades para acompanhar o desenvolvimento da turma.
         Quando uma relação perde a razão de ser e os envolvidos não mais se amam,  o melhor é mesmo separar,  do que continuar com uma relação neurótica e amarga.  Só que os conflitos  dessa separação deve  envolver somente os adultos e  é aí que começam as dificuldades. Os pais simplesmente esqueçem da existência dos  filhos e passam a se degladiarem na presença deles. Insultos, acusações e cobranças, quando não agressões,  vão minando a mente dos filhos causando traumas e fobias. O resultado disso implica em muito sofrimento futuro na vida emocional desses filhos. Pois levam essas experiências traumáticas para sua vida adulta.

        Para não afetar os filhos, o casal deve conversar pacificamente  e juntos decidirem com quem ficam os filhos, onde irão morar, etc.  É bom que as crianças ou adolescentes participem dessas conversas (sejam ouvidos)  para disseminar o clima de guerra e mostrar a eles que o divórcio  irá acontecer para melhorar a  vida em família. Mas para que a separação seja conduzida dessa forma,  é  necessário muito equilíbrio e maturidade. Pois geralmente existe  mágoas e ressentimentos em jogo,  e na maioria das vezes o que fala mais alto é o egoismo ou a confusão de sentimentos experimentada pelos adultos, nesse momento doloroso de suas vidas.

        Quando isso acontecer e o casal tiver dificuldades em conduzir a separação de forma racional, é melhor buscar ajuda. Um bom terapeuta poderá ajudar essa história a ter um final mais feliz.


                                                           Bjokas no coração!

  
         

sábado, 21 de maio de 2011

COMO RECONHECER UM PSICOPATA!

          Escorpiões, camaleões e sanguesugas!

          Os Psicopatas estão por ai, às vezes mais próximos do que imaginamos. São pessoas perigosas e não muito fáceis de identificar. Fazem qualquer coisa para conseguir seus intentos. São maquiavélicos, inteligentíssimos, falsários, manipuladores e dissimulados. Precisamos estar atentos, pois eles podem estar bem aqui do nosso ladinho! Aqui vai algumas dicas para identificar nosso "amigo escorpião"...

          Quando falo "escorpião" é no sentido de sua natureza má e traiçoeira! Ele não terá misericórdia, pois sua índole é pérfida! São insensíveis e não sentem culpa por nada. Eles possuem uma deficiência no campo das emoções! Quando choram ou estão fingindo ou frustrados! Não amam ninguém, quando demostram afeto ou ciúme é pura  falsidade ou possessividade! Não se apaixonam, não ficam tristes, não se emocionam.

          Algumas pessoas acham que todos matam, saem nos jornais, etc, etc... Porém existem três tipos: os leves, moderados e graves. Podemos perfeitamente conviver com um tipo leve e não reconhecê-lo. Não se iluda,  os três tipos são altamente perigosos e calculistas, capazes de detonar com a sua vida! Entre eles estão os falsários, estelionatários, falsos religiosos,  empresários ou  políticos inescrupulosos, ou aquele seu amigo(a), ou parente bem próximo que você acha inofensivo!

         Para reconhecê- los devemos observar as atitudes, nunca confiar nas aparências, pois como já disse: dissimulam. Se fingem de bonzinho, amável, sociável.  Rapidamente ficam  íntimo (quando interessa), com intuito de descobrir pontos fracos para atacarem quando lhes convier.

         Estão sempre culpando os outros por suas próprias falhas. Não admitem  seus erros, são sempre vítimas! Se necessário, se fazem de coitadinhos! Pobres sofredores! Do sistema... da família...dos amigos... dos inimigos, etc. Quando conviver com alguém com esse tipo de conversa, muito cuidado! Os psicopatas sempre inventam  uma boa história para contar, comover ou  impressionar. As pessoas de bom coração são  seu alvo preferido!

          Devemos observar como tratam a  família, pois esse tipo não considera ninguém! Se for necessário usa qualquer um de sua prole, até mesmos seus filhos,  em seu próprio benefício! As pessoas são meros  objetos e quando não lhes servem mais, as descartam como se fossem lixo! Mesma que seja a própria mãe!

          Os psicopatas apresentam alterações de comportamento já na infância,  é quando surgem o festival de  mentiras,  trapaças, furtos,  tratamento cruel  com animais, com  coleguinhas, praticam bullying  e nunca demonstram arrependimento. Quando adultos aprendem a disfarçar e dissimular sua verdadeira personalidade insensível. Não por sentirem medo,  pois um psicopata nunca sente medo, mas para  aproveitar melhor as situações. É aí que tornam-se mais perigosos. São indiferentes, frios. Podem atropelar tudo e todos sem a mínima culpa ou pena! Essas alterações vão permanecer por toda  sua vida.

          Ouça o que eles falam, muitas vezes soltam sem querer algum  tipo de "veneno", com frases do tipo: "Não tô nem aí, fulano que se lixe!  Quem manda ser trouxa!" Por isso, "ouça!" pois temos uma boca para falar e dois ouvidos para ouvir. Depois compare  e observe as atitudes. É sempre mais prudente!

          São pessoas altamente sedutoras, com conversas divertidas e agradáveis, são hábeis em manipular, se mostram superiores em suas falas, porém qualquer sinal de perigo que possa estragar seus planos, disfarçam e com frieza mudam o curso da conversa ou da ação,  para  enganar e não deixar pistas. São verdadeiros camaleões no disfarce!

            Só mais algumas dicas, não cumprem regras sociais, as consideram como simples obstáculos que precisam ultrapassar. Gostam de dinheiro, mas não gostam de trabalhar. Fazem de tudo para sua autosatisfação e se puderem vivem as custas do suor dos outros. São verdadeiras sanguesugas!

          Agem sempre em seu próprio benefício, são egoistas, mentirosos, irresponsáveis  e vingativos. Quando frustrados tornam-se agressivos ou até mesmo violentos. Existem em qualquer raça ou meio social. Representam um  percentual pequeno da população,  porém são responsáveis por muitos males da sociedade, devido seu potencial para manipular pessoas frágeis,  gerando efeito multiplicador  nas suas ações negativas. Lideram pessoas,  grupos pequenos ou grandes: amigos, família, setor de trabalho, instituição, empresas,  igrejas, partidos políticos, facções, etc.

         Não esqueça!  Fazem parte do mundo e não podemos ignorá-los. Conseguiu identificar alguém?! Então já sabe, fique esperto! E  bem longe...

         A Ciência ainda não tem um consenso sobre as causas da Psicopatia. Existem várias teorias sobre o assunto. Fatores genéticos? Sociais? Psicológicos? O que importa mesmo é sabermos que são seres incapazes de estabelecer vínculos verdadeiros de afeto. São monstros disfarçados de cordeiros! E por isso mesmo,  todo cuidado é pouco!


        Se você se interessou por esse assunto,  indico a leitura de  Mentes Perigosas, O psicopata mora ao lado, da autora Ana Beatriz B. Silva, mais de 400 mil livros vendidos. Boa leitura!
                                                            
Bjokas no coração!

sexta-feira, 8 de abril de 2011

SÓ ENXERGAMOS O QUE QUEREMOS

     "O homem procura um princípio em nome do qual possa desprezar o outro homem. Inventa um outro mundo para poder caluniar e sujar este; de fato só capta o nada e faz desse nada um Deus, uma verdade, chamados a julgar e condenar essa existência."
                                                                               Nietzsche

         É claro que todo homem quer ser feliz e muitos buscam  sua felicidade muitas vezes em coisas erradas. Outros se entregam ao que encontram pela frente e  outros a toda a sorte de desatino ou seja sua  felicidade a custa do que custar.  

        Para sermos felizes precisamos de pouco. A felicidade habita dentro de cada um. A levamos para  onde vamos. E quando voltamos a trazemos.
  
       Muitas pessoas são infelizes e passam toda a sua vida procurando a felicidade em um outro alguém. Quem não se ama não pode amar ninguém,  portanto será infeliz e mesmo que encontre esse alguém não terá nada para oferecer. Será e fará esse outro,  um pobre infeliz!

       Um número grande  de pessoas investem tudo na imagem, fazem plásticas, aplicam silicones, gastam muito com moda, acessórios,  tornam-se escravas do corpo e esquecem da alma, de nada adianta, pois isso não preenche o vazio da alma. As mais frágeis adoecem, caem em depressão ou sofrem de anorexia nervosa, todo esse sacrifício em busca da felicidade.

       Outros procuram a felicidade no dinheiro, passam por cima de tudo e de todos para ficarem ricos porque assim acham que serão felizes. Ledo engano, milionários já  suicidaram provando que dinheiro não trás felicidade.

        Alguns se enganam com sexo. Fazem de sua vida uma verdadeira maratona sexual. Possuem muitos parceiros. Se utilizam de todas as formas de prazer,  para depois descobrirem já velhos, que perderam a chance de ter um grande amor e compartilhar do sexo com um parceiro de verdade!

        De certo modo,  ser feliz é uma " dádiva dos deuses". Uns nasceram para sorrir, outros para chorar. Quando se é feli,z nada impede essa felicidade. Nem falta de dinheiro, nem  parceiro sexual ou não. Para ser feliz precisamos ser uma pessoa completa.

        Portanto, se você vive atrás de algo para poder ser feliz, procure dentro de você mesmo a felicidade, não culpe os outros,  nem amaldiçõe o mundo por isso.

        Felicicidade é ser livre de corpo e de mente!
       

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

.·´¯`·-> A TEORIA DO CARRAPICHO! <-·´¯`·.

         Nos disse João Roberto, vivemos hoje sob stress. Mas, o stress é uma situação de defesa! É um adicional de força, pois enquanto existir ameaça, existirá stress. É uma condição da vida,     da condição humana. É uma resposta do organismo para superação dos obstáculos do dia a dia.

        O que devemos nos perguntar é:  Fazemos pausa entre as situações de stress?

        Mas, o que é pausa?!  Pausa é uma sensação de bem estar pleno.

        Temos realmente pausa?! Se fomos a uma festa, mas não nos sentimos bem,  então não fizemos pausa.
Não valeu como pausa!

         Precisamos nos conhecer, saber o que gostamos. Saber quais são as nossas pausas. Parar de conceder nossas pausas aos outros. Chefe,  família,  filhos,  marido,  amigos,  etc. Ter coragem de assumir nosso querer! Às vezes precisamos ficar a sós conosco. Para aprender a nos olhar! E não é egoismo! É fundamental que cuidemos de nós.

          A sociedade comete o equívoco em não considerar bom quem cuida de si, quem se ama! E valoriza quem se doa! Que se dá demais,  esquece de sí! Quem se doa demais, termina ressentido, pois um dia se percebe perdedor,  fica amargurado e começa a dar junto com a doação, também a sua amargura. Vai estragando a relação, minando pouco a pouco.  Aí o outro cansa de doação amarga e se vai.

         Um belo dia se rebela,  diz a você:  Você está muito chata!  (Ou chato! )  Cansei,  fui!

         Resta a dor, que é imensa! Porém, a dor é importante quando o vínculo se vai,  pois promove a compreensão de que o mais importante que temos a oferecer, é nós mesmos, só que resolvidos. Alegres, felizes!   Sem carrapichos!

          Mas, o que são mesmo os carrapichos?!  Disse ele: São as mágoas, os ressentimentos, as raivas, ciumes, as perdas que voce vai se apegando ou pegando dos carrapichados com quem vai convivendo, durante sua infância, juventude,  vida à fora! A vida tem Ipê Amarelo que é lindo! Mas também tem carrapichos que grudam e espinham!  Na estrada da vida tem muitos carrapichos! ...       Tem mãe carrapicho, marido, filho, chefe, professora e tia carrapichos!

          Uma professora pode ser um grande Ipê Amarelo ou um grande carrapicho na vida de uma criança!


         Mas,  tem tempo de pegar carrapicho e tempo de tirar carrapichos! O que não podemos é levar os carrapichos para o túmulo! Os carrapichos podem ser tirados! Eles não são intrínsecos à sua alma! É bom demais tirá-los!    É como nascer de novo!      Você deve parar para tirar os carrapichos da sua alma!

          Depois de retirá-los (os carrapichos),  pergunte para quem está ao seu lado:  Filho ou  marido. Como foi o seu dia?! Como você está? Não se iluda, vai assustar um pouco! Se ouvir: Mãe o que houve? você está doente? 

         Não desista!  Aposte nas relações, no diálogo verdadeiro, pois na vida não precisamos conversar somente para tomarmos decisão. Mas, também para saber como está o outro,  partilhar realmente a  vida, e parar quantas vezes for preciso para retirar os carrapichos! 

         Essas orientações nos foram doadas pelo Orientador do Programa Educação para a Paz, o Psicólogo João Roberto de Araújo, em palestra na Usina de Arte, em 19/10/2010, promovida pela Secretaria Municipal de Educação de Rio Branco (SEME). Com certeza não esquecerei jamais e repasso a você leitor e aos amigos,  a importante Teoria do Carrapicho!

 Obrigada João! Valeu mesmo!
www.dado.pag.zip.net

quarta-feira, 19 de maio de 2010

EXERÇA SEU DIREITO DE DIZER: NÃO!

Muitas vezes nos vemos diante de situações na vida que nos intimida e nos faz calar. Fingimos que aquela atitude não nos magoou e tocamos em frente. Mais tarde quando as consequências surgem, culpamos alguém, geralmente os mais próximos, por nossa falta de coragem pra reagir diante de tais situações.
Embora a genética e o ambiente colaborem para nossa forma de se comportar, cada um trás dentro de sí uma força capaz de mudar qualquer situação. Só precisamos buscar essa fortaleza escondida em nós mesmos pelos nossos próprios e pequenos atos do dia a dia.
Tudo pode ser diferente, se somos menos tímidos na hora de nos defender. Pois devemos ter coragem e a atitude de dizer NÃO aqueles que nos machucam consciente ou inconscientemente. Devemos compreender que cabe unicamente a nós a tomada de decisão pela nossa própria defesa e entender que quando nos amamos é muito mais fácil fazer isso. Se defender não significa agredir ou culpar os outros pelas nossas dificuldades e sim tomar nas mãos nossa própria vida, direcionando-a para rumos positivos, administrando nossos problemas, assumindo, aceitando e perdoando nossas próprias falhas por sermos humanos. Aprendendo com nossos próprios erros e nos erguendo com nossas próprias pernas. Isso é fácil?

Não, não é fácil! Nem pra mim, nem pra você, nem pra ninguém. Todos temos nossas dificuldades, carências, neuras e inseguranças, alguns mais, outros menos. Mas todos nós também temos nosso poço de fortaleza que podemos lançar mão na hora da necessidade, quando queremos. Muitos fazem isso buscando um psicólogo, um guru, um parente, um bom amigo ou a sí mesmo. Sozinho é mais difícil. Porém não é impossível, buscando a Deus dentro de sí. Cada um reage de uma maneira. Não existe fórmula pronta de viver feliz. Momentos difíceis, todos temos. O que importa mesmo e que não devemos desistir de lutar, porque a felicidade é um direito e dizer NÃO também é um direito seu, meu e de todos.

Dizer NÃO a que? A quem? A todas as formas de manipulação, a todas as pessoas que nos tratam mal, a todas as formas de chantagem (inclusive a emocional), ao preconceito e a tudo que nos impede de ser feliz.
Dizer NÃO nos protege. Dizer NÃO nos fortalece!